Dados do Novo Caged apontam saldo positivo de 9.364 vagas no setor
A agropecuária paulista encerrou o mês de junho de 2026 com saldo positivo de 9.364 empregos formais, resultado de 24.588 admissões e 15.224 desligamentos. O desempenho colocou o setor como o segundo maior gerador de vagas com carteira assinada no estado, atrás apenas dos serviços, segundo o Relatório de Acompanhamento Mensal dos Empregos Formais, elaborado pelo Departamento Econômico da Faesp com base nos dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Na comparação com junho de 2025, as admissões cresceram 12,1%, enquanto os desligamentos recuaram 1,1%. Nos últimos 12 meses, o estoque de empregos formais da agropecuária recuou 2,8%. Ainda assim, São Paulo permaneceu como o estado com o maior número de vínculos formais no setor.
O cultivo de laranja liderou a geração de empregos no estado, com saldo de 4.493 vagas, seguido pelos serviços de preparação de terreno, cultivo e colheita, com 2.742 postos. Os maiores saldos negativos foram registrados nos cultivos de milho (-286) e de cana-de-açúcar (-160).
O levantamento também mostra saldo positivo em todas as faixas etárias da agropecuária paulista, com destaque para trabalhadores de 18 a 24 anos (2.389 vagas) e de 30 a 39 anos (2.370). Entre os níveis de escolaridade, os profissionais com ensino fundamental incompleto concentraram o maior saldo, com 5.530 vínculos.
No cenário nacional, a agropecuária também apresentou saldo positivo, com 22.898 vínculo formais em junho, o segundo maior entre os setores da economia. O cultivo de laranja liderou a geração de vagas no país, seguido pelo café e pelos serviços de preparação de terreno, cultivo e colheita, reforçando a importância dessas atividades para a dinâmica do mercado de trabalho rural.
Clique na imagem abaixo para conferir, em detalhes, todos os dados do relatório. Acesse também o Painel de Dados da Faesp e obtenha informações atualizadas pelo Departamento Econômico sobre o setor agropecuário nacional e paulista.













