Campanha reforçou divulgação do Disque 100 e orientações sobre prevenção à exploração sexual de crianças e adolescentes
A campanha Maio Laranja promoveu em Marília uma mobilização voltada à conscientização sobre o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. A ação reuniu estudantes da rede municipal de ensino e abordou a importância da prevenção e da denúncia. Durante as atividades, foram divulgados canais de atendimento, entre eles o Disque 100. A iniciativa integrou ações educativas realizadas no município ao longo do mês de maio. O trabalho buscou ampliar a orientação dentro do ambiente escolar e familiar.
A mobilização contou com a participação de representantes do poder público e integrantes da rede de proteção à criança e ao adolescente. O vereador Elio Ajeka acompanhou as atividades desenvolvidas com os estudantes. A campanha destacou a necessidade de identificação e denúncia de casos de violência. Segundo os organizadores, a informação é uma das formas de enfrentamento ao abuso infantil. A programação incluiu orientações sobre direitos e mecanismos de proteção disponíveis no município.
A secretária municipal de Assistência Social e Cidadania, Hélide Parrera, afirmou que o objetivo da campanha é fortalecer ações de proteção à infância e ampliar a conscientização da população. “Nosso compromisso é garantir que cada criança e adolescente de Marília cresça em um ambiente seguro e acolhedor. O Maio Laranja não é apenas uma data no calendário, mas um chamado urgente para que toda a sociedade esteja vigilante e preparada para proteger nossas futuras gerações”, declarou.
A vereadora Vânia Ramos, idealizadora do projeto, afirmou que a proposta busca ampliar o debate sobre prevenção à exploração sexual infantil dentro das escolas. Segundo ela, as ações também têm o objetivo de orientar crianças e adolescentes sobre situações de risco e canais de apoio. “Trazer centenas de alunas para esta ação é fundamental para que elas entendam que têm voz e que estamos aqui para ouvi-las. O projeto nasce da necessidade de políticas públicas eficazes que combatam a exploração de forma direta, educando para prevenir e agindo para proteger”, concluiu.













