Por Marcos R. Loncorovici Júnior
A inovação é amplamente reconhecida como um impulsionador essencial da competitividade, tornando-se praticamente um requisito no universo corporativo, e não mais um mero diferencial ou algo restrito às grandes organizações.
Trata-se de um dos processos mais significativos para qualquer empresa que deseja evoluir.
Diante desse papel central, administrar, mensurar, acompanhar e interpretar a inovação são funções que precisam ser estruturadas de maneira organizada e contínua, exigindo o uso de ferramentas adequadas e eficientes.
A ampla natureza e a complexidade inerentes ao processo inovador demandam variados sistemas de controle e métricas de desempenho, que auxiliam os gestores na tomada de decisões baseadas em dados consistentes e informações qualificadas, garantindo suporte tanto ao processo decisório quanto à continuidade das iniciativas.
O acompanhamento de resultados na inovação deve considerar não apenas o nível de alcance dos objetivos, mas também o empenho dedicado pelas equipes.
Assim, elementos que afetam direta ou indiretamente a produtividade, como a procrastinação, tornam-se mensuráveis. O processo inovador inclui atividades de fácil e difícil mensuração, que se entrelaçam no contexto da inovação e ampliam a complexidade, criando inúmeras demandas de controle.
O monitoramento preciso e com ferramentas adequadas, consegue apontar imprecisões, falta de atenção a fatores chave e até improdutividade no âmbito da inovação e pode prever desvios e detectar ineficiências. Dessa forma, o monitoramento é instrumento que a gestão, empresário ou investidor dispõe, para mitigar improdutividades ou incertezas.
Diante dessa complexidade, o custo do monitoramento é crescente, e distante de ser uma observação mecânica e superficial.
Estudos já são realizadas para mapear quais ferramentas e teorias são mais recomendadas, e qual a relação entre inovação e monitoramento de performance, e a utilização de mais de um mecanismo concomitantemente tem se mostrado eficaz.
Conheça algumas teorias como o Balanced Scorecard, e não use apenas uma métrica ou ferramenta, identifique o que é importante para você medir ai na sua empresa e estabeleça seu dash board.
O que vale é você gestor inovador se aprofundar nas ferramentas internas como softwares de gestão, de controle e processos adequados e customizados para cada nicho de mercado, não deixe de acompanhar sua empresa e os processos de inovação implementados.
Além do monitoramento, existem outras condicionais determinantes para o sucesso de um processo de inovação e uma delas é a necessidade de se ter uma cultura de inovação nas empresas!
Colocar energia financeira e tempo não é o bastante nesse processo complexo de inovar, é preciso também que se tenha uma cultura de inovação instalada em sua empresa, é necessário criar um verdadeiro contexto para garantir o resultado positivo de um processo de inovação!
Cuide disso e terá mais chance de colher bons resultados”.
*Marcos R. Loncorovici Júnior | Graduado em Administração, pós graduado em gestão de pessoas, finanças, marketing e gestão estratégica de negócios, consultor sócio na empresa Proxicore consultoria, Professor em cursos de Pós graduação de controladoria e finanças e empreendedorismo, mestrando em Administração para Organizações Inovadoras.













