A Alfândega da Receita Federal em Brasília passou a contar, no fim de dezembro, com um novo reforço nas ações de fiscalização do Aeroporto Internacional da capital.
Trata-se de Max, um cão da raça Border Collie treinado para atuar na detecção de drogas e no apoio ao combate ao tráfico de entorpecentes.
Max é especializado na identificação de substâncias ilícitas como cannabis, cocaína, ecstasy, entre outras.
Ele irá reforçar o trabalho da equipe K9 da Receita Federal, que já conta com o Pastor-Belga Malinois Rock e o Pastor-Alemão Bruce. Com isso, a Seção de Vigilância e Repressão ao Contrabando e ao Descaminho (Savig) amplia sua capacidade operacional no terminal aéreo.
A escolha da raça não foi por acaso. Diferente de cães com aparência mais intimidadora, o Border Collie tem um perfil mais amigável e familiar, o que facilita a atuação em locais com grande circulação de passageiros.
Essa característica permite abordagens mais discretas, sem comprometer a eficiência do trabalho de fiscalização.
Além das atividades operacionais, Max também é o primeiro cão do órgão a receber treinamento específico para apresentações institucionais e ações de interação social. De temperamento dócil, gosta de receber carinho e costuma chamar a atenção, especialmente de crianças.
Com esse perfil, o Border Collie também passou a integrar ações de Cidadania Fiscal, ajudando a aproximar a Receita Federal da sociedade e a apresentar, de forma acessível, o papel do órgão no dia a dia da população.













