Um vídeo compartilhado nas redes sociais tem conquistado internautas ao mostrar um cachorro que parece levar a sério a rotina de exercícios da família.
Nas imagens, o cão aguarda pacientemente enquanto o tutor utiliza a esteira e só sobe no equipamento quando chega a sua vez.
A gravação foi de São Paulo e mostra Cbum acompanhando de perto os treinos realizados por ela e pelo marido. Enquanto ele caminha na esteira, o cachorro permanece ao lado observando atentamente a atividade.
Assim que os tutores terminam o exercício, Cbum sobe na esteira e começa a caminhar com disposição, como se já estivesse familiarizado com a atividade.
Quando a respiração ofegante é um sinal de alerta?
A respiração acelerada é comum em cães após exercícios físicos, momentos de excitação ou em dias muito quentes. No entanto, quando surge sem motivo aparente ou demora para normalizar, pode indicar problemas de saúde e exige atenção.
Nos gatos, respirar de forma ofegante ou com a boca aberta é ainda mais preocupante e deve ser avaliado por um veterinário.
Sinais que exigem atenção
Alguns sintomas podem indicar que o pet está enfrentando dificuldades respiratórias:
- Respiração rápida mesmo em repouso;
- Esforço para puxar o ar;
- Boca aberta em gatos;
- Língua ou gengivas arroxeadas, azuladas ou muito pálidas;
- Apatia, fraqueza ou desmaios.
Especialistas alertam que problemas respiratórios podem evoluir rapidamente e não devem ser ignorados.
Possíveis causas
A respiração ofegante pode estar relacionada a diversas condições, entre elas:
Doenças cardíacas; Problemas pulmonares; Asma felina; Infecções respiratórias e pneumonia; Anemia; Febre; Alterações metabólicas; Dor.
Em cães, também são comuns condições como colapso de traqueia e a síndrome dos braquicefálicos, que afeta raças de focinho curto.
Calor pode agravar o problema
As altas temperaturas representam um risco importante para cães e gatos, que não conseguem regular a temperatura corporal da mesma forma que os humanos. Em alguns casos, a respiração acelerada pode ser o primeiro sinal de superaquecimento. Outros sintomas incluem:
- Língua muito vermelha ou arroxeada;
- Salivação excessiva;
- Fraqueza;
- Colapso.
- Para prevenir complicações, é fundamental oferecer água fresca, sombra e evitar passeios nos horários mais quentes do dia.
O que observar no pet
Além da frequência respiratória, os tutores devem ficar atentos ao comportamento do animal. Pets com dificuldade para respirar podem:
- Ficar inquietos;
- Evitar deitar;
- Manter o pescoço estendido;
- Afastar os cotovelos do corpo para facilitar a entrada de ar.
Nos gatos, a respiração com a boca aberta deve ser considerada uma emergência.
O que fazer ao notar respiração acelerada
Ao perceber que o pet está respirando mais rápido que o normal, a orientação é levá-lo para um local fresco, calmo e ventilado. Também é importante evitar estresse e não administrar medicamentos sem orientação veterinária.
Se a respiração não voltar ao normal rapidamente ou houver esforço para respirar, o atendimento veterinário deve ser procurado o quanto antes.
Idosos e braquicefálicos merecem atenção redobrada
Animais idosos e raças de focinho curto estão entre os mais vulneráveis a problemas respiratórios. Nos mais velhos, alterações na respiração podem ser um dos primeiros sinais de doenças cardíacas ou pulmonares. Já os braquicefálicos têm limitações anatômicas que dificultam a passagem de ar e a troca de calor.
Por isso, qualquer mudança no padrão respiratório habitual do pet deve ser levada a sério e investigada por um profissional.













