Caramelo escorrega após cheirar o pé do dono durante brincadeira

Um vídeo que tem viralizado nas redes sociais mostra uma brincadeira entre Jackson Ferreira, de Barro Preto, na Bahia, e seu cachorro, Jamaica, que terminou de uma forma inesperada.

Durante o momento de descontração, Jackson decidiu fazer uma pergunta ao cãozinho. Ele queria descobrir se estava com chulé e pediu que Jamaica cheirasse seu pé.

O cachorro se aproximou para conferir, mas, na hora de se levantar, acabou escorregando. Sem conseguir firmar as patas, Jamaica perdeu o equilíbrio e bateu a cabeça no chão.

O tombo assustou por alguns instantes, mas logo virou motivo de risada pela situação inusitada. Jackson ficou sem saber se o cachorro simplesmente se atrapalhou ao levantar ou se a brincadeira com o possível chulé teve alguma influência.

No fim, ficou a dúvida que rendeu a piada entre os dois: “Talvez Jackson tenha chulé mesmo”.

Cachorro caramelo

Eles estão por toda parte: nas ruas, nos quintais, nos memes da internet e cada vez mais nos sofás das casas. O cachorro caramelo, praticamente, faz parte da rotina do brasileiro. Mas afinal, o que explica tanto amor por esse “sem raça definida”?

Segundo a veterinária Fernanda Binati, não é só impressão: o caramelo virou mesmo um ícone nacional.

“A incidência da raça vira-lata se tornou muito mais frequente atualmente. Eles estão em toda parte e acabaram se tornando símbolo de uma causa: a adoção”, explica.

Existe um consenso não oficial e altamente emocionado de que os cães caramelo são companheiros, dóceis e muito apegados aos humanos. A fama, amplificada pelas redes sociais, nem sempre corresponde a uma regra, mas reflete características frequentemente observadas nesses animais.

“Geralmente eles são dóceis, mansos e companheiros. Mas tudo depende do estilo de vida do pet e de como o tutor cria o animal”, afirma a veterinária .

Por trás de um cachorro equilibrado e afetuoso, geralmente está um tutor presente e dedicado e não uma genética excepcional.

Na prática clínica da especialista, os cães sem raça definida (SRDs) costumam ser tranquilos, embora comportamentos mais temperamentais também possam aparecer, ainda que em menor número.

“Geralmente são mansos, mas sempre existem os mais temperamentais e bravos, porém em menor quantidade”, destaca.

“O ambiente e a criação são os principais fatores. Animais criados em ambientes hostis tendem a ser mais agressivos. Já os que recebem muito amor e carinho são mais dóceis”, afirma.

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