Modernização no sistema de emissão de guias facilita vida do produtor rural

Para a Faesp, iniciativa está alinhada com os esforços do governo estadual para fortalecer a vigilância sanitária e facilitar a logística do agronegócio

O ano começou com boas notícias para o setor agropecuário paulista. O governo do estado de São Paulo implementou na última semana (14) uma modernização no sistema de emissão de guias do transporte agropecuário, visando agilizar, simplificar e digitalizar o processo de liberação de documentos essenciais para o trânsito de animais, vegetais e produtos agropecuários dentro do território paulista. Para a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), a decisão fortalece a vigilância sanitária e facilita a logística do agronegócio, diminuindo a burocracia e reduzindo os esforços operacionais de produtores e transportadores.

Documentos como a Guia de Trânsito Animal (GTA) e a Guia de Transporte de Vegetal (GTV/PTV) exigiam procedimentos mais lentos, dependentes de atendimentos presenciais e trâmites complexos. Com a mudança no sistema Gestão de Defesa Agropecuária Vegetal e Animal (GEDAVE), os produtores rurais e transportadores agora podem emitir, pagar taxas antecipadamente e validar guias de forma mais rápida e eletrônica, diminuindo o tempo entre a solicitação e a liberação para o transporte.

“Mais uma vez o governo estadual reitera a importância do setor agropecuário paulista, buscando formas de facilitar a vida do produtor rural. Essa mudança está alinhada com os anseios do setor produtivo”, frisou o presidente da Faesp, Tirso Meirelles.

Essa modernização traz impactos diretos para a cadeia produtiva agropecuária paulista e nacional, ao reduzir custos logísticos, evitar atrasos nas entregas de insumos e produtos e melhorar a rastreabilidade sanitária. A rastreabilidade é vital para a eficiência operacional e a prevenção e controle de doenças animais e pragas vegetais, garantindo a segurança alimentar da população, além de proteger a saúde pública, os mercados consumidores e a reputação sanitária do agronegócio paulista.

“Mais do que uma modernização tecnológica, trata-se de uma transformação estrutural na prestação dos serviços públicos agropecuários, com foco na simplificação, na agilidade e na geração de valor direto para o setor produtivo. Com fluxos mais inteligentes e automatizados, cadastros, autorizações, registros, habilitações e emissões de guias ocorrerão de forma mais ágil e segura, respeitando a dinâmica real da atividade agropecuária”, concluiu o coordenador da Defesa Agropecuária de São Paulo, Luiz Henrique Barrochello.

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