De janeiro a dezembro o setor respondeu por 40,5% das exportações, segundo a Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA)
O ano passado foi marcado por enormes desafios econômicos, políticos e internacionais. Talvez o que mais tenha causado mal-estar foi o tarifaço do presidente norte-americano Donald Trump. No entanto, o pífio Plano Safra apresentado pelo governo federal, a indisponibilidade do seguro rural para pequenos e médios produtores e os juros elevados, causaram um estrago muito maior que o tarifaço.
Apesar disso, o agronegócio de São Paulo comprovou mais uma vez sua enorme importância e protagonismo à economia do estado, e, claro, ao Produto Interno Bruto do país.
Segundo dados da (APTA), vinculada à Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA), o comércio exterior em 2025 registrou superávit de US$ 23,09 bilhões, mesmo diante do impacto do tarifaço no segundo semestre do ano. As exportações do setor somaram US$ 28,82 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 5,73 bilhões.
Merece destaque o percentual exportado pelo estado de São Paulo. De janeiro a dezembro de 2025, o agronegócio respondeu por 40,5% do total, reforçando sua relevância para a economia paulista. Já as importações do setor foram de apenas 6,6%.
Os esforços da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) com reivindicações dirigidas à Assembleia Legislativa e ao governo Tarcísio de Freitas, mostram que lutar pelos direitos do homem do campo não é uma plataforma, mas sim uma luta que se justifica através dos números e percentuais apresentados.
Todo pleito em prol do agronegócio paulista e toda ação deferida pelo legislativo e o executivo paulista mostram que o caminho é o diálogo, e que se traduzem no potencial que o estado possui há mais de um século.
Como bem definiu o secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho, os resultados evidenciam a robustez e a competitividade do agro paulista no cenário internacional.
“O desempenho das exportações em 2025 confirma a relevância estratégica do setor para São Paulo. São números que traduzem geração de renda, ampliação de oportunidades e impacto direto no crescimento econômico do estado”, afirmou.













