Intérpretes de sambas-enredos passam a ser considerados patrimônios do Estado do Rio

Os intérpretes de sambas-enredos agora são patrimônios imateriais do Estado do Rio de Janeiro. O título foi dado pelo governador Cláudio Castro, por meio da Lei 10.914/25, publicada nesta sexta-feira (29/08) no Diário Oficial. A iniciativa reconhece o papel desses artistas e busca a preservação da história, da cultura, dos sambas e do carnaval carioca.

“Os intérpretes das escolas de samba já são há muito tempo patrimônio do carnaval do Rio de Janeiro e agora oficializamos o que todos nós já considerávamos. É um reconhecimento e uma homenagem mais do que justa aos artistas que contribuem para a nossa cultura e  abrilhantam os desfiles das agremiações. Todos merecem os nossos aplausos”, afirmou Cláudio Castro.

Um dos maiores e mais reconhecidos intérpretes, Neguinho da Beija-Flor, por exemplo, se tornou símbolo do Carnaval do Rio de Janeiro. Representou a escola de Nilópolis de 1976 até este ano, quando se despediu do “cargo”. Mas sua voz marcante ultrapassou qualquer disputa entre torcidas, levando muitos foliões a aguardarem o puxador soltar o seu famoso bordão anunciando a escola.

Outras grandes vozes e personalidades, que marcaram a história, incluem nomes como Jamelão, Dominguinhos do Estácio, Paulinho Mocidade, e Quinho. Importante destacar Dona Ivone Lara, que foi a primeira mulher a assinar um samba-enredo na história do Carnaval do Rio.

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